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10月16日 Porto Seguro Parte 3/8Dia TRES – Arraial d’Ajuda 1/09/2009
Com uma manhã nublada não tivemos pressa para sair do hotel. As 9 da manha pegamos o chão até a balsa que atravessa o rio Buranhem e seguimos em direção a Arraial. Do hotel Casablanca park, é uma distancia de uns 900 metros mais ou menos ate o pequeno cais.
O valor da Balsa é de $2,50 e assim que tiver oportunidade, caminhe. Arraial é uma cidade pequena e merece toda a sola de seus pés e o carinho de seus olhos. Assim que tocamos o solo, procuramos uma entrada para caminhar beira-mar. Fugir do assedio dos transportes das ruas é a melhor opção. E lamentavelmente não tem como fazer isso sem pedir para passar dentro da propriedade de alguém. Esse foi o ponto negativo: NÃO ACHAMOS entradas para as praias iniciais!!!! Tivemos que pedir permissão a um caseiro de uma pousada para atravessarmos seu jardim e irmos de encontro ao mar.
Não há passagens das ruas para as praias ali. Talvez este seja o grande motivo: pegar turista preguiçoso que não quer andar para que paguem o transporte ate o centro da cidade. Se você é esse tipo de pessoa, saiba que só de pegar o transporte no píer perdeu a vista e sensação sem comparação de 6km de praias desertas e paradisíacas que levam de Apagafogo ate a praia de Pitinga.
O céu cinza que víamos quando estávamos no asfalto deu lugar a um mar verde e um céu azul assim que atravessamos o jardim. Parecia que tínhamos passado por um portal.
As praias são de tirar o fôlego. Existem muitos corais mortos ao longo de suas margens, que formam esculturas abstratas lindas. Vimos ouriços e vários animais marinhos ao longo da caminhada.
A praia de Apagafogo é totalmente deserta, pois suas águas parecem ser reservadas apenas aos hospedes das pousadas que fazem sua beira.
Araçaipe possui pequenos bancos de corais, que aparecem com a maré baixa. Ambas as praias são difíceis de nadar, pois são e tombo: começam profundas com ondas fortes e após certos metros se tornam calmas, rasas com banco de areias e difíceis de retornar.
Até este ponto não há bares nem quiosques onde se abastecer de água. Então... leve sua mochila bem servida, seu protetor solar e vontade de relaxar..
A Praia do Delegado é extensa, porem em certos trechos os moradores a chamam de Praia dos Pescadores. Há um banco de corais que forma um perfeito ancoradouro para pequenos barcos de pesca manual. A cena bucólica dos barquinhos boiando no mar verde é poética. Ali encontramos um quiosque chamado Barraca do Noel. Com cerveja a $3,50 e porções que variam de $10 ate $30 reais. Existia refeição para 2 pessoas ao valor de 35 reais. Fizemos o trajeto ate neste local de mais ou menos 3 km junto com nossos amigos que tinham o bebe Augusto (de 6 meses) em seu carrinho. Mas como as areias estavam maravilhosamente fofas demais, o casal desistiu da caminhada e marcamos de almoçarmos as 2 da tarde no centro de Arraial.
Mais alguns minutos de caminhada e chegamos a Praia do Mucuge. É neste local que começa a exploração turística, poluição visual, aglomerado de cadeiras ao longo da praia e seqüência de barracas com vendedores chatos que nos agarram pelo braço.
Os locais onde a CVC leva seus turistas cobram entre 4,50 e 3,50 a cerveja e refrigerante.
Paramos em uma barraca chamada ESTRELA, ali conseguimos fechar negocio de um peixe assado com guarnições suficientes para 4 pessoas (mandioca, farofa, feijão, arroz) pelo valor de $40,00.
Praia do Parracho torna-se meio deserta novamente. Uma visão maravilhosa a trás e outra. Apesar das mesmas cores do mar e céu, parece que a cada momento haviam novas tonalidades. Vimos um golfinho perdido passeando ali.
Pitinga é o destino final de todo turista que pega um transporte em Arraial.
Da praia de Apagafogo ate Lagoa Azul são 16 km estonteantes. Garanto que andamos pelo menos 11km. Paramos diante das falésias devido ao cansaço e a fome.
O passeio para a lagoa azul ficara para a próxima ida a Arraial. Nos disseram que a Lagoa Azul não existe mais, entretanto as pessoas se referem ao quiosque que existia ali. Ou seja... só vão pessoas lá que estejam dispostas a caminhar pelo menos 4 km de ida e 4 km de volta. Então para mim, é mais atrativo do que se tivesse badalado de turista que não sabe das belezas locais. Na própria Praia de Pitinga tem um ponto onde Vans ficam estacionadas e fazem o preço do ônibus para voltar ao centro e píer de Arraial. Pagamos 1,50 pelo serviço e ficamos felizes em chegar rápido a cidade. Descemos na praça São Braz.
Toda localidade ali possui a mesma formatação: Igreja de costas para o mar. E que VISTA! O mirante de Arraial é o mais lindo que vi nesta viagem. Não sei se o motivo foi a vista de todo trecho de praias desertas que andamos ou se foi o som do berimbal do tio que estava tocando ao meu lado. Para almoçar em Arraial... veja os preços e localidades:
Caso queira comer beira mar, procure a lanchonete ESTRELA na praia do Mucuge. Pagamos $40,00 o peixe com arroz e fritas para 4 pessoas. Foi divino!
PF do Paulinho tem pratos que já não são mais tão bem servidos para duas pessoas... e custa $16,00 por pessoa para comer na cumbuca deles.
Ao lado desse PF existe o restaurante Dona Florzinha, de um italiano muito simpático. Muitas massas deliciosas e um atendimento caprichoso. O prato feito sai a $8,00 por pessoa e tem frutos do mar.
Para quem quer outra opção, o restaurante Samurai, na Broadway, serve PF a $13,00 por pessoa.
Na praça onde há o mirante, há um restaurante simples, mas muito bem localizado chamado Qdelli. Fomos muito bem recebidos na cozinha deles e discutimos bem os preços. Tudo é negociável. Tem opção de comer por kilo $14,00 ou PF $8,00. Ganhamos sobremesa Tb. Muito agradável.
Indicações Preços de redes muito bons! Pagãos $25,00 por uma rede de algodão cru em emenda nos punhos. Maravilhosa!! Para casal. Em SP, fiz uma pesquisa e nos é cobrado mais de $100,00 em uma rede desta. 9月27日 Porto Seguro parte 2/8Dia DOIS – 31/08/2009 Santa Cruz de Cabrália e Santo André.
Acordamos super cedo devido ao barulho de carros de som passando em nossa janela. Eu só gostaria que o hotel oferecesse o café da manha as 6 da manhã para que possamos aproveitar mais o dia. Mas infelizmente ali nada funciona cedo o suficiente.
Ai uma vozinha me cochicha na orelha “calma ai! Você esta de férias! Relaxa!” Resolvi ouvir a voz e deixa as coisas rolarem.
Abasteci minha mochila com lanchinhos naturais, bolo, água, suco e pegamos a estrada. Os pontos de ônibus ali são extremamente perto uns dos outros, então não há problemas para encontrar um.
Para irmos a Santa Cruz de Cabrália é só pegar um ônibus no ponto em frente ao calçadão da orla na direção oposta que a estatua do Cabral indica. Qual nome do itinerário? Adivinha? Cabrália.
Paramos em um local em frente ao hotel para atravessar a rua e como estávamos em um grupo de 6 pessoas e um carrinho de bebe, um senhor com sua van ofereceu seus serviços. De inicio ele cobrou $80 para nos levar em Cabrália e nos buscar as 14:00. Eu virei e disse “sei que o preço do coletivo para lá é 3 reais, então cada um aqui vai gastar apenas 6 reais e não temos hora para voltar. Quanto o senhor cobra pelo serviço?”
Assim é fácil negociar, quando se sabe os preços reais não tem como nos enganarem.... acho que vou virar organizadora de viagens. ^^
Ele deu uma volta no quarteirão enquanto parávamos no ponto de ônibus. Acho que sentiu o erro que cometeu. Encostou e fechou negocio por 8 reais por pessoa ida e volta. Nós decidíamos o horário de voltar. Fácil né?
Na direção de Cabrália há um imenso contraste social: resorts
luxuosos e casarios simples de moradores que lutam para sobreviver com a economia
parca do turismo arranjado e não curioso. No trecho de estrada entre Porto
Seguro e Cabrália senti o quanto o morador ( e não o comerciante) é simples,
sonhador e esforçado.
Senti no meu coração a dificuldade de pequenos estabelecimentos manterem sua renda. Quiosques a beira mar muito organizados e estruturados são abandonados por falta de turista curioso que caminhe mais 100 metros a sua frente para explorar as possibilidades. Muitos turistas ficam apenas onde a CVC os deixa, não caminham cem metros a frente para ver o que há adiante das barracas ridículas e baderneiras do TOA TOA e AXE MOI.
Descemos na balsa onde há a Chalana turística que faz
a navegação pelo Rio João de Tiba, para na praia de Santo André d e dá uma volta na Ilha Paraíso e no mangue. Deste
mesmo porto saem passeios em direção a Coroa Alta.
Visao Frontal e Traseira do mini porto de Cabralia. Tudo
é muito simples.
Ali existem varias opções:
Se você quer apenas conhecer Santo Andre, com suas praias claras, de águas calmas (acho que únicas na região boas para quem não saber nadar) você pega a balsa que leva os carros para o outro lado do rio por $0.80. Ela atravessa apenas o rio João de Tiba e não dá voltas nas ilhas. Esta é a visão do rio João de Tiba e ao fundo é a chalana de cor azul que geralmente faz o trajeto.
Caso queria visitar o berçário dos caranguejos e conhecer o mangue, compre seu passeio de escuna neste mesmo porto.
Fomos com a Royaltur. Pagamos $25,00 por pessoa diretamente com os barqueiros. Procure o setor de turismo da prefeitura que fica logo em frente caso estejam cobrando demais pelo passeio. Só para você ter uma noção... a CVC cobra $80 por pessoa para fazer este passeio que gastamos $ 33 ($8 de van e $25 da escuna).
A famosa Ilha do Sol doces, é um abuso também. Os preços dos doces são exorbitantes. Guarde sua grana se sentiu vontade de comer doces.. já já te mostro onde você vai comer um ....
Por estes doces no pacote você ira pagar $ 4,00 entao o que vale a pena nessa Ilha é somente o banho de lama e as redes gostosas para relaxar.
O único restaurante em Santo Andre que estava aberto para receber-nos cobrava a bagatela de $27 reais o quilo da comida e a beleza do lugar ainda é contestável. Entrei ali e pensei que fosse ver lagostas, camarões imensos e algo muito diferente. Mas, infelizmente, não havia nada alem de bobó, arroz, farofa, carne de panela, frango frito, mandioca e batatas. O preço da latinha de coca cola ERA de $4,00 e não havia opção de refrigerante em garrafa. Neste momento agradeci aos céus por estar com minha mochila cheia de guloseimas hippies.
Ao lado deste restaurante, há uma mercearia de moradores, lugar super discreto. Entramos e perguntamos se eles tinham coca-cola em garrafa. E adivinha???
Pagamos $4,00 em um refri de dois litros e meio e comemos nossos lanches felizes da vida.
Agora preste bem atenção nesta foto.... há uma esquina
com um cajueiro que parece um banquinho.
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Não siga em frente, vire a esquerda cCaso queria provar a cocada mais MARAVILHOSA de sua vida. Vire a esquerda e caminhe alguns metros, passe por um riozinho limpissimo, observe as pousadas simples que existem ali, as casas dos moradores, os cajueiros e olhe a sua esquerda.
Nenhuma operadora de turismo leva o turista neste local que vou lhe mostrar, o que é uma pena.
Alete, uma moradora prestativa e batalhadora criou esta micro empresa para criar 10 crianças que foram retiradas das ruas. Com a renda gerada pela venda dos doces, ela educa calça, veste, da abrigo e uma profissão a ex meninos de rua baianos.
Chegamos em seu recinto para comprar cocadas, entretanto ela não tinha nenhuma a venda, pois não estavam enviando turistas ate sua casinha. Ai chegamos nós...
Eis que ela moeu coco e preparou NA HORA! Cocadas para
nós. E deu uma entrevista também.....
Este projeto tem apenas 5 anos e ela pretende ate o ano que vem montar uma casa de chás e ampliar o atendimento para 30 crianças.
Pagamos $5 reais um pacote com mais de 450 gramas de cocada fresca, feita no momento em que estávamos lá.
Os doces abaixo saem por $12 reais cada, mas também... valem cada centavo! Experimentei todos e sai triste por não ter dinheiro para levar cada um deles para casa.
Depois da visita cultural fomos pegar uma praia. Ficamos ate as 5 da tarde em Santo Andre. Foi maravilhoso. Reencontramos a galera que estava na escuna conosco e falamos dos preços e mostramos nossas cocadas frescas ainda mornas.
Da próxima vez ... quem for ou quem já foi... passe na Oficina do Sabor e conheça a Alete. Vai valer todo o passeio.
Fizemos 3 vezes este trajeto em dias diferentes e aqui estão minhas considerações:
1. Bom de ir de van é porque chegamos rápido. Mas não podemos quase ver as imagens lindas das praias que passamos em frente.
2. Com translado do ônibus da CVC, onde descemos na obscenidade do To-a-toa e seguimos a pé um trecho beira mar ate a praia do Muta. Bom de ônibus de CVC: Só o ar condicionado. O receptivo de La maltrata muito o turista que, como eu, pergunta tudo. Eles não gostam de falar de nada que não lhes de retorno $.
3.Pegamos ônibus coletivo ate o centro de Cabrália e conhecemos as pequenas praias de lá. As pequenas casas antigas, os rios limpinhos que escoam na areia e os paredões de pedra castigados pelo mar que avança cada vez mais. O bom de ir de ônibus coletivo é ver a paisagem de um ponto de vista mais alto e conversar com moradores que nos dão muitas dicas maravilhosas. O lado negativo é o barulho. Mas, quem se importa com isso, já que o que sentimos é a real energia das pessoas e não a energia de exploradores turísticos. Beijos na alma. 9月20日 Jornada a Porto Seguro Parte 1/8
Guia completo para uma viagem a Porto Seguro.
Ideias para casais sem muita grana e com muita vontade de conhecer locais paradisíacos
Considerações....
Eu não sou adepta do axé, odeio funk, pagode e muvuca de gente imitando passinhos imbecis. Detesto barulho à noite (exceto quando escolho sair para baladas e curto o barulho LÁ dentro)
Adoro dormir bem.
Outra coisa que não me agrada é o calor excessivo. Não suporto dias muito quentes nem quando estou na praia. Prefiro sempre os nublados e frios.
Então você me pergunta: o que eu fui fazer em Porto Seguro?
Meus amigos estranharam muito a minha decisão de viajar para lá, principalmente os que prestam muita atenção em mim.
A resposta é simples: fui testar meus nervos e fui a procura dos locais paradisíacos que quase nenhum turista consegue chegar, se depender da CVC ou de qualquer outra operadora de turismo.
Agora te dou um bom motivo plausível: uma viagem aérea de 8 dias com hospedagem e translado por 500 reais, não é de se jogar fora.
Assinada as prestações de 50 reais por mês começou minha jornada a caça de locais legais e baratos para comer e ir pesquisando na net. É minha gente!! Eu sou professora! Não ganho muito não, mas sobra esse valorzinho insalubre para pagar este luxo. Então, eu sei que muita gente pode fazer esta viagem.
Dicas
♣ O primeiro passo para quem não quer perder muita grana em pacotes de viagens é pesquisar a época em que tudo esta mais barato. A baixa temporada em Porto Seguro é de agosto até 15 de dezembro. Devido a falta de turistas, os preços de TUDO (tudo mesmo) ficam mais negociáveis. Um bom exemplo é aluguel de carros: nos cobraram 100 a diária de um celta... se quiséssemos alugar o carro por 5 dias, ficava $170,00 todos os 5 dias somados. Entende o que quero dizer com “negociar”?
♣ Olhe mapas e roteiros na internet. Existem passeios que são cobrados entre $45,00 e $80,00 e se você for sem empresa turística, gasta no fim do dia no maximo $15,00. Qualquer coisa me pergunte. Deixarei links e os mapas que usei a disposição de todos. Meu email nisabenthon@hotmail.com
♣ Pesquise a tabua das marés, muitos passeios dependem disso e existem muitos vendedores de pacotes oportunistas que aproveitam da ignorância do turista para enfiar passeios inviáveis em dias estranhos. Fica aqui o link de um local para pesquisar
http://www.scubadiver.com.br/scubadiver/tabua.html
♣ Se você tiver uma bike dobrável ou esportiva que dê para levar no avião, leve-a. 99% das cidades que visitamos neste roteiro possuem uma ótima orla e praias maravilhosas para pedalar.
♣ As cidades de Porto e suas vizinhas não funciona antes das 16:00. É isso mesmo. Não existe uma loja de qualquer coisa aberta antes desse horário. É uma cidade totalmente noturna, inclusive na baixa temporada. Pastamos horrores para encontrar um restaurante e um mercado próximo ao hotel que estivesse aberto pela manhã para abastecermos nossa mochila e pegarmos a estrada.
♣ Faça amizades com o grupo turístico que esta com você no hotel. Sair com mais de 5 pessoas em Porto é sinônimo de conseguir tudo mais barato.
♣ Não aceite os passeios da CVC. De uma volta e confira os valores por outras empresas. (veja no final do texto uma planilha que fala das diferenças exorbitantes de valores)
♣ Ande o primeiro dia pela cidade e pergunte preços de tudo enquanto ainda não existem as barracas da passarela do álcool.
♣ Para quem anda a noite: Se você não tem paciência com gente que pega em seu braço e te arrasta para as barracas, feche a cara e feche o tempo com todo mundo. Achei os Porto-segurenses interessados apenas no dinheiro, não os achei receptivos para os negócios e nem atenciosos quando nós os procuramos, é sempre o contrario.
♣ Não comprei nada nas mãos dos índios, pois eles cobram mais caro nos artefatos do que as barracas e lojas locais. Sendo que tem os mesmos produtos industrializados e padronizados.
Dia UM 30/08/2009
Fazia um dia abafado, nublado de 28º em que os baianos do aeroporto reclamavam a estava frio.
A primeira impressão que tive ao descer do avião, foi a de que estava em uma rodoviária e não em um aeroporto. Lugar pequeno, aconchegante, mas sem estrutura para receber mais do que dois aviões 737. As ruas laterais ao local eram de areia, ainda mantendo a idéia de que Porto Seguro tem que parecer uma terra de índio desleixado para parecer cidade turística.
Essa é a fotinha da rua em que o ônibus estava estacionado, há 25 metros da entrada do aeroporto.
Nem bem chegamos no hotel, descarregamos as bagagens, e já saímos rumo a cidade histórica. O Casablanca Park Hotel fica há menos de 40 metros da escadaria que leva para o centro turístico antigo de Porto. Chegamos no hotel as 10 da manhã e o pessoal da CVC havia marcado saída para o passeio as 14:00 da tarde. Esperar 4 horas para andar 300 metros não é comigo. Então agitei a galera e fizemos a caminhada agradável sem multidão ao nosso redor. Aproveitamos guias locais que explicavam acontecimentos históricos para um casal de turistas americanos e acho que foi mais proveitoso.
Atravessamos a avenida logo em frente ao Trevo do Cabral. Quero que fique registrado que achei estranho a estatua apontar para a direção oposta a Santa Cruz de Cabrália (local do real marco do descobrimento português em 1500).
A escadaria é uma boa subida para ser feita pela manhã bem cedo, sem sol queimando a nuca.
Andamos no mirante da cidade velha. Confesso que é maravilhoso, com uma sombra divina feita por uma centenária figueira e um quadro majestoso do casamento entre céu, mar e terra. Vale a pena sentar ali e ficar uma hora contemplando o mar verde claro e os recifes coroando a entrada marítima.
Sei que isto é ruim, mas tenho que falar do lado negativo. A cidade histórica é bem pequena e próximo ao centro atual da cidade. Mas os guisa sempre dizem que é um lugar longe só para você gastar com uma van ( que ira andar com você por 600 metros somando ida e volta!)
Após andar bem umas 2 horas curtindo muito a nostalgia parada, quase pitoresca do centro histórico de Porto Seguro, descemos o morro e fomos andar pela famosa passarela do Álcool (sem os bêbedos, porque nesse horário ela é totalmente deserta), passamos pela Praça Inaia e Praça do Relógio. Tudo deserto. A sensação era de cidade fantasma.
Eu amei isso, já que detesto aglomerado de pessoas. Liberdade total e uma praça livre para nós reconhecermos as lojas e suas fachadas.
No momento em que batemos esta foto (observe os papeis em minhas mãos, as anotações e mapas que planejei por um mês) apareceu um senhor muito solicito, chamado BALDAN.
Lógico que ele faz parte de uma agencia turística local. Era a única aberta na cidade, então achei interessante a panfletagem e aceitamos o dica de um local para comermos. Ele nos indicou o restaurante Don Guerino. Preço no dia 30/8/2009 foi de 11,90 por pessoa para comer a vontade. E $18,00 por quilo. Havia um churrasco simples, mas muito saboroso e organizado. Veja as fotos e sinta o clima simplório e aconchegante do local.
Na foto em q há pessoas da esquerda para direita Fabio (camiseta vermelha) BAldan (atras dele, usando camiseta branca) Sheila (de short preto)Cris ( de vestido rosa e carinho de bebe) Gelson (sem camiseta)
Após o almoço caminhei por toda a orla e por todas as ruas centrais ate o pequeno porto do rio Buranhem.
Feliz da vida porque havia conhecido a famosa cidade de Porto, voltamos para o hotel a tarde e curtimos a psicina. E findou o primeiro dia.
Aguardem q vem muita coisa por ai......
7月20日 Pão caseiro da Nisa Benthon3 ovos 30 gramas de fermento biológico fresco. (uma dica: eu compro a granel direto da padaria o mesmo fermento que eles usam, é mais fresco e dura mais!) 3/4 copo de leite morno 3/4 copo de água morna 1 copo de açúcar Uma pitada de sal
1 kg de farinha.
Use todos os ingredientes em temperatura ambiente. Eu aqueci a minha farinha no microondas por 40 segundos na própria vasilha que fiz a massa. Isso ajuda no processo de fermentação (porque estava frio no dia que fiz). Uma receita que pede 1 kg de farinha significa que pode ser que use no máximo 1 kg pra fazer a massa, abrir, enrolar, etc. então tome cuidado! Bata o fermento, ovo, leite, açúcar, sal, água no liquidificador para ficar homogêneo.
Coloque metade da farinha em uma vasilha de plástico grande e va acrescentando aos poucos o liquido com fermento e colquei a farinha restante aos poucos para dar ponto de mistura.. Misture com uma espátula ou colher, não use as mãos nessa fase, pois é isso que faz a sujeira. Deixe pra colocar a mão na massa quando ela estiver soltinha na vasilha.
Aqueci as minhas mãos na água quente e sequei antes de mexe. Estique e puxe a massa, sovando com carinho para que oxigene bem a mistura. Não espanque a coitada, ela não tem culpa de nada >.<
Deixe descansar por uma hora enrolada em um cobertor em local que não ventile. Eu enrolei a vasilha de plástico com um papel filme, enrolei no cobertor e coloquei no forno morno (obvio que aqueci e desliguei antes de por a massa).
Uma hora depois, esta tudo duplicado, então separei a massa em pequenas partes, as quais fui abrindo e recheando. O RECHEIO Fiz recheio de banana com açúcar e canela. Cereja com leite condensado. Também fiz pães com calabresa, cebolas, orégano e tomates. Pincele com manteiga ou margarina derretida, a casca ficou macia e brilhante.
Após rechear, coloquei em formas untadas e farinhadas e deixei descansar por mais meia hora. A massa dobra de tamanho novamente, por isso é bom deixar um espaço legal entre os pães. Esta receita rende muito, então chame amigos e a família pra comer. Não deixe o pão esfriar na forma, coloque em uma grade para que respire , senão o fundo fica mole e úmido.
Congelei metade dos pães ^^ Pão congelado é mais fácil de cortar, o que torna possível cortarem fatias mais finas. Depois de cortados o pão descongela em apenas 15 minutos na temperatura ambiente. Se quiser pode também colocar direto do freezer ao forno moderado (180º) por 15 minutos. Ainda congelado pode ser levado diretamente na torradeira.
Ficou maravilhoso!
7月1日 Food and Feed - Charuto com Molho brancoEsta semana tive um surto alimentício. Fiquei de saco cheio de comer arroz, feijão e macarrão e parti pra algumas idéias de internet. Confesso que as coisas deram certo, pois no fim, o pessoal da escola em que trabalho pediu ate encomenda da comida. ^^ Segue abaixo duas receitas que fiz esta semana juntas, super fáceis e gostosas de fazer. Charuto e macarrão ao molho branco com ervas finas.
1 cebola picada bem pequena 1 cenoura pequena ralada um pimentão picado (use também os coloridos, a receita fica linda!) 1 xícara de chá de arroz lavado e escorrido 1 xícara de chá de carne moída 1 maço de manjericão Cheiro verde a gosto meia xícara de hortelã picada uma colher de sopa rasa de sal Um repolho frande com as folhas grandes e verdes escuras Uma colher de orégano Uma colher de cominho uma pitada de pimenta calabresa ou uma pimenta dedo de moça picada 1 colher de sopa de manteiga uma cabeça de alho um litro de água fervente em uma panela
Nesta receita eu usei as folhas grossas e escuras do repolho também para fazer os charutos, ficaram maravilhosos! O sabor da folha escura é menos doce do que as folhas do broto, bem como a textura..
Pique a cebola, a cenoura, pimentão, cheiro verde, hortelã e manjericão e misture com o arroz cru, a carne, o sal.
Não cozinhe e deixe reservado.
Lave as folhas do repolho, uma a uma e passe em água fervente para amolecer.
Corte as folhas de repolho para retirar a parte central que fia dura. Só faça isso nas folhas que tiverem o centro muito duro, em sua maioria não precisa fazer isso. Também usei os talos picados das folhas e o miolo molinho do repolho no recheio.
Tire da água e coloque a mistura de arroz, temperos e carne dentro dela Dobre as laterais para dentro com recheio e enrole cada folha com cuidado, fazendo rolinhos.
Coloque os rolinhos em camadas dentro de uma panela vazia sem água, bem juntos para não abrirem no cozimento. Polvilhe um pouco de sal na água fervendo antes de colocá-la na panela com os rolinhos.
Coloque por cima um prato para que os charutos não fiquem borbulhando junto com a água
Cozinhar 20 min
Se ainda restar água na panela, escoe a água.
Acrescente os dentes de alho fritos na manteiga quando servir
Esta receita rende 18 rolinhos
Fiz um macarrão ao molho branco com ervas pra completar a receita.
Molho branco Refoguei 4 dentes de alho picados em uma colher pequena de manteiga, acrescentei 2 colheres de farinha na fritura. Despejei 500 ml de leite na panela, uma pitada de sal, acrescentei uma folha de louro e manjericão e fervi por 20 min. Por ultimo, coloquei uma latinha de creme de leite e apaguei o fogo.
Escolher bem os temperos faz parte de uma boa culinária, mas fazer de coração uma receita é tudo de bom.
ah sim... a sobremesa foi bolo de chocolate com morangos ^^
Mil beijos na alma 5月11日 Sem amigas e sem um jeans...Acabei de assistir “4 amigas e um jeans viajante”. Um típico filme de final de domingo que eu pararia para ver se tivesse sem sono. Mas, infelizmente, a escolha não me deu sono. Acabei vendo as cenas e me identificando cada vez mais com a historia: um grupo de amigas que se encontra uma vez por ano e trocam experiências através de um jeans velho que todas elas usam. Me lembrei de um certo grupo que vivia junto desde sua terceira serie do primário: Amália, Cinthia, Silvana, Flaviana e Adrieli. Sinto falta de muita coisa de minha infância e adolescência, mas senti mais falta ainda de manter contato com essas pessoas.
Hoje estamos todas em rumos diferentes: professora de inglês, educadora física, micro empresaria, me desculpem, mas não sei que profissão 2 amigas minhas tem. E isso me doeu para digitar... pensei no quanto estamos longe, do quanto o dia a dia ficou banal para nós.
Sei que adultos se acostumam ao afastamento, encaram a distancia de suas amizades com normalidade e jogam a culpa na fatalidade da vida... e se eu não penso dessa forma, então acho que não sou adulta.
Sinto falta de um telefonema que nunca dei a nenhuma delas. Sinto falta do carinho que tínhamos, das conversas diárias, da unanimidade, da parceria de ter alguém para nos ouvir. E sei que o maior motivo dessa distancia ocorreu porque eu nunca liguei para essas coisas. Sempre fui fria, calculista, meticulosa.
Este ultimo mês me fez pensar muitos em amigos de escola que eu tinha, me fez pensar em amores que vivi. Sempre foram tão poucos, escolhidos a dedo.... assim como as amizades. Nunca fui popular, sempre fui CDF, feinha, chatinha e revoltada... Mas sinto como se eu tivesse ouvido um bom PUNK em minha adolescência: cheio de sons, cores, ideais, notas simples e repetitivas... porem fortes e curtas. Minha vida é um som de curta duração, mas de forte repercussão.
Repercussão essa que senti quando abracei um amigo que há anos eu não via, na verdade, passei em frente a casa dele olhando se o encontrava e la estava. Fiz quem dirigia o carro em que estava parar e dar meia volta. Foi estranho, mas tive vontade de chorar, mas segurei o choro.
Por que adultos seguram o choro quando ele vem de dentro da alma? Eu choro quase todo dia de saudades de coisas que não sei o que são. Sinto falta de pessoas que nem sei se pensam em mim de alguma forma. Alimento meu mural de amigos com fotos de alguns que simplesmente não dizem nem “oi” há anos. Por que sinto isso?
Eu já disse uma vez que tenho medo de morrer sozinha. Hoje eu sei que tenho medo de ser esquecida, e sei que vivo esse medo. E sei que não tenho mais 13 anos de idade para me jogar nos braços do destino e correr na casa de cada uma das pessoas que adoraria ver e abraçá-los (como eu gostaria de ser abraçada) E nisso tudo, eu nem sei se seria recebida.... quando se é mais jovem, a gente dá de cara em portas muito maiores que essas e não sente medo.
Estou triste por sentir essa distancia que nem a pessoa mais próxima de mim consegue espantar. Estou triste por não ter forças de pegar meu carro e bater de porta em porta de quem eu quero rever. Estou triste por ter medo de olhar as pessoas nos olhos e dizer: “eu lembro das musicas que ouvimos” (ainda as ouço! Acreditem!) “eu lembro dos momentos ruins” “eu peço desculpas por terem ouvido coisas ruins de minha boca” e, gostaria muito de dizer “ eu agradeço por ter encontrado vocês na minha vida”.
Nem sei porque estou chorando. Acho que a classificação do filme que eu assisti era errada. “4 amigas e um jeans viajante” era para ser um drama, e não uma comedia. Não era para eu supostamente estar rindo?
Vou tentar rir, e dormir pensando nas coisas boas que fizemos juntos.
Em homenagem ao DAFVCS e ao DURANGO. 5月8日 Star VIDA TrekkerEstou ansiosa para ver o filme Star Trek!
Vejo o trailler desde o começo do ano e choro como besta, sinto o corpo arrepiar e fico pensando se é verdade mesmo!
Não sei se sou uma trekkie, ou trekker, simplesmente uma fã ou uma pessoa que para tudo que estou fazendo para ver a SERIE jornada nas estrelas. So sei que aqui do lado do mundo onde estou não tem ninguém que conheça e saiba dialogar sobre os assuntos dessa serie comigo. (Itaquaquecetuba é o fim do mundo meu amigo!)
Pensando bem, estou sendo injusta com Moacir e Jeferson. Mas, fazer o que se somos aliens em nossa cidade, né?
Gostei dos atores escolhidos para os lendários personagens da serie clássica, adorei a ousadia de explorar uma historia ANTIGA de JE e não uma NOVA. Adorei o fato de estar no cinema e que posso ir assistir. Passei minha infância toda acompanhando a serie clássica e nova geração, porem não tenho o conhecimento que muitos possuem sobre a turma da USS Enterprise e suas teorias. Sou burra para física e coisas afins. Sou lingüista. >.<
Mas fica aqui meu recado, eu VOU assistir e VOU tecer uma resenha sobre o filme. Aguardem.
Se é que alguém lê esse space ainda na vida!
Beijos na alma
E vida longa e prospera a todos 4月16日 Via Sacra da PascoaQuando se pensa em feriado prolongado, eu penso em passeio sem estresse. Como todo mundo sabe, eu AMO viajar por ai. Não importa a data, o como e o onde. Mas tenho que confessar.... que PORRA de viagem de páscoa que eu fiz esta semana!!
Tudo começa com a ideia de irmos para praia. Pensamos muito, porque todos que conhecemos falaram que iriam.... ai eu converso com as minhas rendas (expressão que uso no lugar de “conversar com os botões”) “ vamos pegar um tempo horrível na praia, estará tudo lotado e eu odeio multidões.
Ficou decidido que iríamos para praia depois do dia 24/04/2009. Pegaremos um fim de semana em paz.... mas ainda ficou a duvida sobre o que fazer na páscoa. Pois é.... se não vamos a praia, vamos ao campo. Decidimos eu e meu marido irmos para CUNHA. Somos fregueses em uma fazenda de amigos de lá. O lugar é simplesmente maravilhoso, simples, aconchegante e muito desprovido de frescuras.
Decidimos arrastar minha avó de 84 anos conosco. Ela é uma velhinha MUITO ativa, digo isso porque ela é mais ativa que muita gente de 30 anos que conheço. Sem falar que todo mundo se apaixona por ela facinho, pois ela fala muito e é super agitada. Ela esta ficando muito dentro de casa e pedimos que fosse conosco na viagem que ela já conhecia. Minha tia avó, Irma dela, ouviu o pedido e quis ir junto. Poxa! Que legal né?
A viagem era para ser só minha, de meu marido e de um amigo de Varginha que veio nos visitar (Serginho) e acabamos com o carro cheio companhia! Adoro isso, de verdade. 250 km de gente tagarelando no carro. ^^
É ai que morou o perigo! Nossa aventura começou na via Dutra seguindo até a saída 65 sentido Guaratinguetá, (167 km de São Paulo). Em toda sua extensão, a rodovia oferece um visual magnífico proporcionando um agradável prazer de dirigir. Ao entrar na SP 171, ou Rodovia Paulo Virgínio, descobrimos que a estrada real para Cunha estava interditada por barreiras e desbarrancamentos. Voltamos? NAOOO resolvemos pegar o desvio e seguir viagem...
O carro ralou em uma pedra e esta arrancou LITERALMENTE o filtro de combustível do meu celtinha! Ficamos encalhados na trilha. O azar era: não pega celular na zona de serra entre Cunha e Guaratinguetá. A sorte era que passava muita gente por lá e me deu carona para irmos ao posto rodoviário há 10 km dali. Acionei meu seguro.... (alias, pessoas, quando fizerem seguro, adotem a Porto Seguro, sem duvidas é a melhor mesmo). Fomos atendidos com Guincho e Taxi em uma hora e meia.
Mas nesse entremeio de tempo, não ficamos só. Moradores de um sitio ao lado da estrada nos ofereceram aconchego. Agradeço muito a família Lourenço dos Santos pela atenção, pela água, pelas frutas e por ter nos deixado tirar fotos de sua propriedade.
Resolvemos, devido a agitação das velhinhas, seguir viagem para Cunha e não perder o feriado. Afinal havia muita gente ali para jogarmos fora a viagem... so faltava 65 km pow!!
Chegamos no destino.... vovo e tia se deram super bem lá. Ate ajudaram na colheita do pinhão direto nas araucárias, subiram um morro de fazer inveja aos atletas e ainda fizeram festa.
O carro foi arrumado e tudo ficou bem nas indas e vindas para cidade e a roça. Pegamos muitos trechos de terra e barro devido as chuvas da semana anterior. Mas tudo foi bem.
Enfim.... sexta, sábado e domingo voaram. Tivemos que voltar na segunda de manha. Eu so trabalho na segunda a noite, então tudo ficava tranqüilo. Pegamos estrada as 6:50 da segunda feira.... e adivinha?
Carro quebrado na estrada em 25 min! Ficamos parados na estrada que liga Vunha a Guaratinguetá novamente! E pior.... longe de tudo! Havia apenas uma pousada fechada sem ninguém para nos ajudar.
Jc procurou subir em uma cerca que ficava em um morro para conseguir linha no cel e ligar para seguro novamente.... após muitos minutos na tentativa, conseguimos pedir socorro. Que chegou 4 horas depois, devido as condições das estradas e um desvio de 150 km que tiveram que fazer com o guincho.
Nessas 4 horas, o caseiro da pousada chegou e nos trouxe laranja colhida na hora! Eu amei. Estou com uns 8 kilos de laranja aki em casa ainda! rsrsrssrs
Qual é a moral da historia?
Eu, que odeio dias santos, tive que fazer uma via sacra no feriado da semana santa. Mas to surpresa com minha paciência e com o bom humor de minha tia e vó. Elas tiraram de letra a aventura que fomos obrigados a fazer.
Mas tudo tem um lado bom... economizamos combustível. Viemos e voltamos de taxi, que estava coberto pela seguradora e sem frescura nenhuma devido aos 2 sinistros seguidos que tivemos no MESMO feriado.
Estou feliz. Agora tenho que pensar onde vou me meter no feriado de 21 de abril ^^
Beijos na alma! 3月26日 Show AHA 2009 - Set listOntem eu estava la no Credicard hall às 21:50, 73 km longe da porta de minha casa, depois de pegar transito leve e despreocupado de 2 marginais ate meu destino. O trajeto foi feito em 50 minutos pelo meu marido mineirinho quietinho ao volante ^^ (por que eu estava com medo de dirigir sozinha ate lá e errar o caminho) a ironia do destino foi que ele também não sabia co caminho rsrsrs mas tudo correu bem, eu sou uma ótima co-piloto com auxilio do Google maps.
Ah sim.... o motivo de minha saga: AHA. Morten Harket (vocalista), Paul Waaktaar-Savoy (guitarra) e Magne Furuholmen (teclados) tocando ao vivo para um pequeno publico.
Fui assistir ao show do AHA com toda euforia de quem vê pela primeira vez uma banda (foi assim, o mesmo frio na barriga quando vi Iron Maiden no Rock´n Rio, Cold Play no via Funchal em 2003, Sepultura, Bruce Dikinson solo, Eric Clapton, entre outros).
Adorei ter estado lá no meio daquela pequena multidão de 6 mil pessoas há pouco mais de um metro do palco (Parecia que tinha menos que isso). Quando digo pekena multidão, é porque encarei uma grande multidão com 260 mil pessoas já ^^. Então ontem foi fichinha de bilhar.
Mesmo ouvindo musicas que me fizeram chorar (chorei feito besta em “Crying in the Rain” e "Forever Not Yours") e mesmo sentindo que é bom demais ouvir ao vivo as musicas que amamos, eu via que o o publico e a banda estavam abatidos e sem muita conexão.
Não sei se eu estou acostumada com o jeito mais quente de outras bandas recepcionarem seu publico, mas achei tudo sem sal e sem açúcar. Achei o show sem muitos momento de pular e gritar... mas também não achei o show ruim. Não me arrependo de ter pago CARO por vê-los, mas, gostaria que o show tivesse sido mais “quente” e agitado. Os músicos, que vestiam roupas comportadíssimas e quentes, ocuparam a mesma posição no palco praticamente o show todo - Magne à esquerda, Paul à direita e Morten ao centro. Eu que fiquei pouco centralizada mal vi o Morten.
Lembro-me falando para minha mãe em 1989 que eu queria ver o AHA... e só agora (carai 20 anos depois!) eu pude vê-los. Fui sozinha... meu marido ficou no carro me esperando pacientemente uma hora e meia de show (coitado!). Valeu a pena.
Eu estava com saudade de sair para uma balada e esta (em plena quarta feira) foi boa demais para me ferrar ate a sexta! Rsrsrs
Eu me lembro do nome de algumas musicas mas a seqüência me falha na mente, então... me perdoem se a lista esta errada ok?
Segue abaixo o Set List do Show do AHA (dia 25/03/2009)
“Living a Boy's Adventure Tale” "The Blood That Moves the Body" “Cry Wolf” "I've Been Losing You" "Manhattan Skyline". “Riding the Crest” (nao sei o nome) “Shadow Side” “Hunting High and Low” “Stay on These Roads” “Crying in the Rain” "Train of Thought" "Forever Not Yours" "What There Is” "Living Daylights" “The Sun Always Shines on T.V.” "Analogue" “Take on Me”
beijos na alma
de Nisa Benthon
3月12日 Cavalgada das Mulheres - GuararemaDia 8 de março de 2009 foi organizada uma cavalgada só de mulheres na cidade de Guararema. Eu participei! Foi maravilhoso!
A idéia de participar foi de minha tia Binha. Ela me chamou e topei na hora! Uma semana antes fomos a Guararema fazer nossa inscrição e curtir uma cachoeira e um almoço delicioso no restaurante Jandaia, em Luiz Carlos (um bairro entre Mogi das Cruzes e Guararema).
A cavalgada não teve taxa de inscrição então, compramos a camiseta (que não era obrigatória) por 15 reais. Que, por sinal, é muito linda! A cavalgada minha teve inicio no hotel e haras Sapucaia (http://www.sapucaia.tur.br) e a concentração foi no haras Aranha e a cavalgada foi ate o haras Cevera.
A força da mulherada, as gargalhadas, a bagunça e os cavalos me deu forças para o semestre inteiro de trabalho na escola.... ah meu deus! Que cavalos!eu adoro esses animais.
O meu estava muito longe, então aluguei um alazão com um desenho de uvinha no lombo. Foi um companheiro e tanto.
Agradecimentos a NANA do haras e pousada Sapucaia. Uma moça maravilhosa, doce, rústica. FANTASTICA!
Adoro andar a cavalo e sei que é um esporte divino!
Fica aqui o convite para quem quiser participar ano que vem!
A comunidade do Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=55945704
Beijos na alma de todos
2月10日 Eu souEu escrevo Minha vida Meus contos Minhas fanfics Minhas Poesias
Eu sinto Minha respiração Meu corpo Minha alma Meus poucos (muito poucos) amigos
Eu vejo A esperança (de sempre haver um mundo melhor) O medo (de tudo dar errado) A verdade (que no fim, se você fizer certo, tudo acaba em paz).
Eu sou Adrieli Carneiro, professora de Inglês que ensina vida
1月24日 desabafo
Não havia nada que eu pudesse fazer, mas eu fiz. Alcançar tal coisa era impossível, e eu a busquei. Não havia mais esperanças, e eu as mantive. Não restava tempo para mais nada, mas eu lutei até a última hora. Não queriam mais. Eu insisti. A última palavra havia sido dada, mas eu ainda assim falei. Enfim... Estou passando pela vida e tudo vai se fechando. Mas a felicidade está em mim.
Pois se nada tenho, por tudo lutei. E sem me arrepender de nada, num futuro poderei dizer: TENTEI.
Eu Sou fraca, por precisar de proteção... Sou forte, por saber segurar uma lágrima nas margens dos olhos... Sou carente, por ter sede de carinho... Sou mimada, por ser ingênua... Sou sensível, pela facilidade de me ferir com um reles olhar... Sou insensível, por ter medo do Amor... Sou doce, por precisar da doçura das palavras de quem me fala...
Sou agressiva, por ser essa a minha maneira de pedir ajuda... Sou assim, de várias faces... Mas, apenas a mais frágil e verdadeira... Sou assim hoje... Fui assim ontem... E acho que, Serei para SEMPRE assim...
Nisa Benthon 11月4日 Hotaru no Haka - Pequenos pontos brilhantes, deseja vê-los comigo?Esta noite me inspirei para escrever de forma diferente da qual vocês estão acostumados. Estou com a alma sensibilizada, com o rosto congestionado e com o colo tocado por gotas de lagrimas.
Faz uma noite quente e agradável de sábado aqui onde me escondo do mundo. Encontrei hoje, pela primeira vez neste ano, um vaga-lume em meu jardim. Isto ocorreu antes de regar as plantas que cultivo com carinho desde a semente. Ao olhar a cena de minha gata tentar pega-lo com suas ingênuas patinhas coloridas me recordei de um filme que há um ano atrás me tocou a alma. Então, respirando fundo o doce ar noturno umedecido e adocicado pelo aroma de flores caminhei ate meu pc e assisti pela terceira vez um dos filmes e animações japonesas que mais me arrancou lagrimas: “Hotaru no Haka”, também conhecido como “Túmulo dos vaga-lumes”.
Este anime é baseado em um livro escrito por Akiyuki Nosaka, um sobrevivente da Guerra que perdeu sua irmã durante o conflito. Sentindo o amargo sabor da morte de sua ele escreveu o livro como um tributo à memória de sua irmã e seus familiares que tanto sofreram na Guerra. Bem como todo seu país, não é mesmo?
Após ler esta informação uns minutos antes de rever a animação, percebi que o impacto emocional em mim foi maior que das outras vezes.
Tome fôlego, pois hoje você conhecerá um ladinho meu que poucas vezes consigo mostrar nos textos. É o Direto ao Ponto caminhando de forma oblíqua e cortante até sua alma, e quem sabe, até seu coração. Cutucaremos o ponto dolorido da guerra que maltratou grande parte do mundo, em especial a nação que simpatizamos tanto: a Japonesa.
Fiquem sabendo que tanto a Animação de 1998 quanto o Live action (que possui 1 hora a mais de duração com bastante ênfase em partes não tratadas no anime) são tocantes e trágicos. Vale a pena conferir com alguém querido ao lado.
Tenho especial carinho por historias que começam do fim, pois tocamos o fino e delicado fio de condução do enredo com os dedos nus e concentrados, com medo de perder a meada. Hotaru no Haka (1988) é um desenho no formato longa metragem que começa dessa forma, que te choca do inicio ao fim, que testa seus nervos e seus olhos a cada respiração e mudança de cena. O cuidado nas cenas quotidianas é tomado nos mínimos detalhes, o que chega a perfeição. As alegorias usadas ao longo da historia são profundos sulcos que crescem ao longo da narrativa.
Logo no inicio, percebemos uma leve critica de cunho humano. Enquanto todos enxergam um garoto faminto e pedinte sentado no chão de uma estação de trem, poucos, (porque não dizer nenhum?) percebem que ele estava morto. Morto na alma, no coração e em seus sonhos, antes do corpo.
Os protagonistas são irmãos os órfãos Seita (um garoto de aproximadamente 12 anos de idade) e Setsuko (uma menina de poucos anos, talvez 4) no período da Segunda Guerra Mundial. A crucial luta pela sobrevivência das duas crianças, em meio à pobreza e miséria que assola o país é pintada em um quadro realista e, muitas vezes até colorido e ingênuo, cheio de nuances delicadas e apaixonantes. A cena onde médicos carregam o corpo inerte da mãe dos garotos é arrepiante; ali nos deparamos com a morte em sua face negra, onde larvas de moscas mostram seu trágico e faminto objetivo.
As crianças partem para outra cidade, para morarem na casa de uma tia. Mas lá, com o passar do tempo e com o aperto financeiro e alimentício, eles não são mais tratados como da família, não se alimentam direito e acabam abandonando a casa para morar em um abrigo improvisado. A ajuda amorosa se transforma em rancor. Esta é mais uma verdade desnudada pelo artista que compôs a obra, mostrando como a guerra fere o corpo e a mente dos personagens.
Em seus 90 minutos de filme o diretor Isao Takahata mostra com maestria uma fotografia que raramente se vê na temática de guerra, principalmente quando falamos de Guerras em que Japão participou. A carga dramática do anime é fortíssima e posso afirmar que não é um filme piegas, mesmo contendo cenas que fazem lagrimas correr involuntariamente.
A cor predominante em momentos tensos e dolorosos é o vermelho. Cor do sangue que jorra pelas feridas abertas, cor que marca do nascimento de um ser, é a cor que pinta os cenários nos momentos de bombardeiros, cor do fogo que leva a alma ate os céus, deixando na terra as cinzas e a insalubre marca da morte.
A animação me fez, pela primeira vez, torcer incondicionalmente pela figura do ladrão, quando o pequeno e desesperado Seita rouba comida e roupas para evitar que sua irmã morra de fome.
Um turbilhão de sentimentos invade sua mente ao ver certas cenas. De uma chance a você mesmo de sentir essas sensações enquanto aprecia a obra.
A união dos 2 irmãos chega a ser tão sublime que nem a guerra, com sua maquina de destruir sonhos e vidas, conseguiu separar. Mesmo diante do caos e sofrimento do dia-a-dia, os nossos olhos e os dos personagens enxergam beleza nos insetos que os rodeiam, na paria aonde vão, nas parcas plantações que permeiam os caminhos que são obrigados a seguir.
“Cemitério dos vaga-lumes” possui uma poesia sublime composta por pequenos detalhes que nos mostram um mosaico de simplicidade e ideologias japonesas. Desde pequenas pétalas de flores de cerejeira com toques de lembranças felizes, ate os grãos de arroz que matam a fome do corpo e da alma dos personagens no momento de sofrimento. Estes são símbolos fortes, não são? Aparecem em muitas obras de animação, mas nesta são tratados com exímio trabalho de mostrar a trágica historia dos personagens.
No rico enredo, uma latinha de balas assume uma alegoria de infância colorida, numa época em que poucos tinham acesso ao doce. É importante notar que essa alegoria persiste na historia em varias formas, desde um simples receptáculo de esperanças que aos poucos se torna vazio e doce, resultando em água adocicada para os lábios de Setsuko, ate que , por fim, se torna um tumulo, a ânfora das cinzas da pequena garota. Esta é uma construção digna de uma obra de arte, na minha opinião.
O mesmo ocorre com a analogia da vida humana comparada a vida curta dos vaga-lumes que estão sempre presentes na historia. Tudo é passageiro, mesmo os mais profundos ferimentos e sofrimentos passam. Como a luz confortante e bela dos insetos fluorescentes que enfeitam o pequeno lar improvisado pelos irmãos a beira de um lago. Ali, o amor fraterno e a luta pela sobrevivência se encontram em um choque conceitual de arrancar lagrimas de um expectador de pedra.
As duvidas filosóficas que pairam em minha cabeça após ver este filme.são: Por que tudo que é bom acaba rápido? Por que chorei tanto ao ver a Setsuko enterrar os vaga-lumes em homenagem a sua mãe? Por que chorei ao ver a pequena lata de balas ser jogada no lixo assim que encontram o corpo de seita? Por que sonhos podem acabar tão facilmente, mas persistem enquanto ainda temos uma chama de vida?
Este foi um lado quase filosófico de Nisa Benthon. Dêem-se ao luxo de conferir esta obra. E, caso já tenha assistido, reveja. Escolha alguém que olhe em seus olhos no final da animação e te abrace confortavelmente. Não faça como eu, que assisti sozinha e chorei sozinha.
Que o dia de vocês seja iluminado por centenas de vaga-lumes.
Beijos na alma.
(Obs Texto meu tb publicado no Blogger) 5月10日 Entre dois mundosDe volta ao mundo da critica cinematográfica, me espelhado em meu amigo Bier, hoje eu retorno aos meus comentários sobre as coisas as quais assisto.
Pela manhã, muito ao contrario do que muita gente faz, eu resolvi assistir a um filme de produção quase independente chamado “Entre dois mundos” (Partition, 2007).
O filme trata de uma historia comovente de um ex combatente Indiano Gian Singh (Jimi Mistry) que vive um dilema religioso/amoroso/social entre o mundo muçulmano e hindu.
Ao salvar uma garota muçulmana de ser morta pelas pessoas do povoado onde mora, Gian salva a si mesmo da solidão. Entre o amor que sente pela garota chamada Naseem Khan (Kristin Kreuk) e o ódio e preconceito de 2 povos divididos entre a Índia e o Afeganistão, o ex combatente é obrigado a enfrentar uma guerra maior que a de seu país: a guerra de seu senso de “valor de vida” e a necessidade de sobreviver em um mundo cheio de preconceitos e violência.
A fotografia do filme é tocante, um convite sensível a inspiração poética. A historia do filme se constrói de forma dúbia e fascinantemente entre os mais puros sentimentos, o colorido das flores e a aridez do cenário desértico, o marrom que pinta as construções e o encanto das túnicas fartas em cores.
A atriz Kristin Kreuk (que interpretou Lana Lang em Smallville) junto com Jimi Mistry mostram o lado oposto de uma moeda oriental pouco fotografada pelas câmeras de cinema moderno.
O filme fotografa uma Índia rica pouco vista e uma Índia pobre e sofredora por onde viajamos e choramos com cenas tristes e marcantes.
A parte que mais me toca a alma é a cena em Gian corta seus longos de cabelos de soldado Indiano para se tornar Muçulmano e recuperar sua amada mulher nas fronteiras de outro país.
Amor e ódio entre famílias, mundos e culturas são os temperos picantes e fortes que nos emocionam nesta pelicula. Uma trama envolvente que emociona o expectador ocidental com os contrastes orientais.
Com um final inesperado, a visão do diretor Vic Sarin nos faz rever muitos conceitos enraizados em nossas vidas que podem ser podados e brotarem como novas arvores.
By Nisa benthon
Veja o Trailer
4月23日 Retorno de uma samuraiEstou de volta após mais de um ano afastada de meu Space.
Vamos atualiza isso aqui com as novidades de minha vida.
Hoje estou triste porque um de meus amigos de coração esta interpretando uma entidade maligna e me maltrata. Não sei o que pensar... queria que ele me falasse o que houve....
Fica uma poesia para marcar esse momento:
“E as janelas do destino se abrem Para as energias da amizade Não obstante A solidão da escuridão Se aproxima Para unir o que o destino nos trouxe Palavras que agüentam a dor Como pedras eternas Janelas abertas pela eternidade Do momento De um segundo “
Nisa Benthon 2月1日 Ninguém cresce sozinhoNinguém cresce sozinho
O ser humano é formado de várias partes, e ao mesmo tempo de vários seres que o tornam vivo. Esses seres [microorganismos] nunca nos deixam sozinho. Daí já temos uma idéia que nunca estamos sozinhos no mundo da ciência. O ser humano sempre possui pessoas que ele vê e ouve [mesmo que finge não faze-lo às vezes] em seu ambiente familiar [por mais conturbado que seja], em seu ambiente escolar, de trabalho, de diversão. Isso o faz sentir vivo. Mesmo que esteja em uma ilha deserta, houve contato com outros, houve uma mãe que o gerou por 9 meses, e ele não esteve sozinho neste período, e disso seu subconsciente irá se lembrar:houve alguém especial. Portanto, de acordo com o foco socialista, ou muitas vezes ateu, o ser humano nunca está só. Mesmo muitas vezes desejando estar. Agora.... se pensarmos em tudo isso e mais no mundo espiritual? Aí que essa frase tema se torna mais verdadeira ainda. Precisamos de exemplos para aprender a viver, precisamos de amigos [mesmo que imaginários] para nos ouvir, precisarmos exteriorizar nossos sentimentos para alguém, mesmo que esse alguém seja o espelho. E essas coisas sempre são observadas pelo cosmos, pelos mentores, pelos amigos espirituais e pelas pessoas sensitivas [ou não] ao nosso redor. Pensando na palavra crescer no sentido social, a pessoa precisa seguir passos para alcançar a maturidade física e mental. Esses exemplos e formas de fazer as coisas devem ser dados e ensinados por outros. E devem ser observados, imitados, feitos, e algumas vezes aperfeiçoados pelo serzinho que está crescendo e aprendendo . Por isso sozinho um ser não aprende sobre quem ele é no mundo sem outro ser para mostrar e exemplificar [olha o tema anterior aqui! Por isso é bom seguir e dar bons exemplos]. Agora filosofando sobre a palavra crescer no sentido espiritual, possuímos muitos amigos [e algumas pessoas, inimigos] invisíveis ao nosso redor. Esses seres nos ajudam a crescer, iluminando nosso caminho, nossas escolhas e nos acolhendo nas horas de necessidade. Daí a frase “Nunca estarás sozinho”. Somos como uma criança na faixa evolucional do mundo espiritual. Precisamos de quem nos exemplifique, de alguém que nos mostre onde não errar; e se errarmos, como corrigir e fazer melhor. Quantas vezes forem necessárias. Desde que desejemos isso de verdade, claro. Nada se faz ou aprende sozinho. Não se cresce espiritualmente sem aprendizado, e aprendizado é entrar em contato com a palavra do outro, com o sentimento, com a vibração de todos com que convivemos.
Texto de Nisa Benthon 1月7日 O Exemplo é a força mais contagiosa do mundoO Exemplo é a força mais contagiosa do mundo
Exemplificar é mostrar de várias formas o que entendemos, o que sentimos, como vemos o mundo. Muitas vezes, a forma com que mostramos nosso parecer da vida, nós contagiamos as pessoas ao nosso redor com energias boas ou com energias ruins. Tudo depende do exemplo que você dá e recebe em seu dia-a-dia. Influenciar é perigoso, porque nem sempre nossa forma de ver as situações é a forma correta. Mas quando partimos do princípio de que tudo pode ser bom e necessário [independente da situação], mostramos que somos felizes e que temos que passar isso para o mundo de todas as formas, essa atitude contagia não só o consciente das pessoas ao nosso redor, mas influência de forma boa o inconsciente. Quantas vezes não nos sentimos animados com apenas uma palavra ou um abraço amigo sincero? Esses são pequenos exemplos que movem vidas, transformam dias tristes em dias felizes. Exemplos que devem ser seguidos, que devem montar uma corrente de bondade, felicidade pequena e simples, que chegue a todos. Sempre devemos pensar coisas boas, para que nossas energias estejam purificadas, e que essas energias sigam seu caminho até os que necessitem dela. Eu, como professora, devo prestar atenção sempre nisso. Na emissão de idéias boas, de influências sempre positivas para as pessoinhas que entro em contato todos os dias [que não são poucas]. Gostaria que os jovens seguissem os exemplos de felicidade, de respeito [a si e ao próximo]. Assim entendo que influenciamos muitos todos os dias, mesmo que em pensamento. Vamos contagiar o mundo com ações boas, exemplos a serem seguidos. Mesmo que pequenos esses exemplos possuem olhos de outros que estão observando o que fazemos os irão propagar por todos os lados, como uma pedra que é jogada em um lago, movendo as águas. 11月16日 Um amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidãoUm amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidão
As palavras que se referem a gratidão e a amizade estão cada vez mais raras de vermos ser aplicadas ao quotidiano. Ao que me parece as pessoas andam pensando muito em receber gratidão, e nunca em dar sem retorno. Vermos todos os dias casos de pessoas que se consideravam amigas se tornaram pessoas absolutamente estranhas. Aqui vale a pena discutir o que é amizade e o que é gratidão. Amizade é um sentimento prazeroso e incondicional de felicidade que sentimos com a presença [física ou não] de uma pessoa. Amizade é ter vontade de agradar, de iluminar, de dar felicidade. É se sentir feliz pelo simples sorrir do outro. E esse “outro” não precisa ser uma pessoa “conhecida” para que seja amigo, para que receba esse amor que temos dentro de nós. Agora vamos falar de gratidão. Sabemos que é agradecer sentir conforto em estar perto de algo ou alguém e sempre lembrar que isto deve ser cultivado com carinho. Lembrar. Acredito que a palavra gratidão está ligada a palavra lembrar . Pois sempre rememorando de onde vêm as nossas coisas e as pessoas que nos cercam podemos agradecer o fato disso tudo existir ao nosso redor. Por isso amizade [que é coisa rara de se achar com sinceridade e pureza] deve ser tratada com carinho, amor, felicidade, compreensão e sempre agradecendo por estarmos acompanhados de pessoas que nos iluminam. É necessário compreender as pessoas para sermos amigos, para que não ocorra o que foi citado no inicio do texto: uma separação brusca de seres que antes se davam bem. Sempre devemos nos dar bem com nossos irmãos. Agradecer por termos eles ao nosso lado é entender que temos uma missão juntos, uma pequeno pacto, um objetivo. Daí nascem os laços puros de amizades. Falando de experiências empíricas, possuo amigos que mal conheço a face, que mal vejo. Mas que sempre estão em minhas orações, em minhas lembranças, em meus agradecimentos. Tenho pessoas ao meu lado que amo, mesmo sem ser correspondida [um pai, no caso], mas sempre desejo o bem e agradeço a pequena chance de vida que me foi dada por ele e por minha mãe [que hoje não se encontram juntos, mas que me propiciou ter mais um amigo fantástico: meu padrasto.] Sim... crio meus sentimentos de amizade regados a gratidão de tê-los ao meu lado, na minha mente.... ou simplesmente por terem passado por ela. 10月21日 Um sorriso cabe em qualquer lugar
É necessário mostrarmos felicidade em todos os momentos. Por isso concordo que um sorriso de fato cabe em todo lugar e, inclusive, em todos os corações. Quando tratamos de situações tristes, o sorriso sincero e carregado de amor fraterno e verdadeiro é um bálsamo para o sofredor. No entanto há algumas pessoas que acham errado atitude de sorrir em determinadas situações. Posso dizer que sou um “sorriso em pessoa”, como muitas das pessoas que me conhecem falam; pois vivo feliz [mesmo em momentos que deveria estar mais acuada]. Adoro mostrar felicidade, parece que o ambiente fica muito mais iluminado e ainda melhor. Receber felicidade gratuita assim também é muito gratificante. Sorriso é sintoma de simpatia, de coisas boas. Sorrir de verdade sempre, ser feliz sempre, mostrar que as coisas sempre podem ser contornadas através de pequenos gestos é mostrar que há amor dentro de você. Realmente um belo sorriso cabe em qualquer local, em qualquer pessoa, em qualquer hora. Pois quem sabe num era isso que nosso irmão do lado num estava precisando? 10月3日 Façamos algo
9月29日 Eu aki pra dar boas novas!
Oie amigo de Spaces!!
Sentiu minha falta nesses dias que eu tava namorando???? [risos] E ainda estou, por sinal....pq meu amor ta aki em Sp ate este fim de semana. Mas ainda estou com o trabalho de 14 salas de aula para fechar notas e dar medias finais.... afff Como você está? Olha... to feliz em saber que você num esqueceu de mim... e veio aki me visitar! Ai eu estava pensando nessa palavra..... Amigo....
Amigo o que vem ser esta palavra? Na língua portuguesa é composta por três vogais e duas consoantes.. Por que não é possessivo? Já que queremos as vezes só para nós, com sentimentos de egoísmo não querendo compartilhar com ninguém? Enfim tanto significado que não conseguimos interpretar. São inúmeros interpretações... Eu seria solitária, pois com quem poderia contar? Amigo que se torna irmão, que se torna companheiro para vida toda ,que se torna Anjo. Mas que toca nossos corações, Nossa alma o qual carregamos para sempre...
Muitos beijos na alma da amiga Adrieli!!! 9月17日 De volta ao que eu queriaDepois de sumir pq esse spaces ficou travado um tempão [mesmo eu tantando com todas as minhas forças mandar mensagens pra vcs] Eu to Super bem!!!!! Voltei a Minha religião, voltei a frequentar uma mocidade. Primeiro fui a uma em Poá, q eu havia frequentando há 6 anos atras..... ali conheci uma galera de Itaqua que paticipava de uma mocidade aki nessa cidade!!! Ai que feliz eu fikei!!! Nesse sabado [ontem] fui lá, é um grupo super pekenino [com 5 pessoas], mas muito maravilhosos. Discutimos coisas boas e agora vou escrever alguns temas que provavelmente eu venha a publicar aqui. Pensei no que posso fazer de melhor na minha vida doidinha. Repensando a vida.... E amando muito meu JC! Beijos gente!!!!!
8月29日 Parte 2 da historiaAqui está a segunda parte de minha historia. Internet. Essa palavra pra mim começa com a letra do Sentimento mais puro do mundo... pra mim e para meu namorado. Isso num faz sentido pra você? Passando na casa de uma amiga chamada Onçana resolvi perguntar se ela ainda possuía o endereço do amigo Kyo [que eu havia perdido nos meus 2 anos e meio de casamento sem escrever cartas]. Eis que ela possuía! Ah sim... chamamos de Kyo pq ele usa o cosplay deste personagem do game The King of Fighters nos Animefriends e Animecons. [onde nos conhecemos sabe] Entre fevereiro e março trocamos cartas, as quais nos ligaram ao mundo virtual: Orkut e msn. Sim, reencontrei o JC nos meus scraps. Chorei e ri muito nesse dia. De verdade. Ele era um amigo de muita força espiritual e de confissões e momentos de cartas que eu havia muito deixado o contato. E nada do tempo deteriorar o carinho e cumplicidade que tínhamos um pelo outro. No dia do meu aniversario aproximadamente ficamos muito tempo conversando no msn e resolvi quem em abril o visitaria em Minas. Assim o fiz. Fui para passar 2 dias e fiquei 4. Dias de paz indescritível. Acho que ambos estávamos precisando de uma pessoa que desse carinho com as mãos, com o corpo e com a alma. Em momento algum houve sensualidade em nada que fizemos. Foram coisas que amigos de todos os sexos deveriam fazer. Abraçar, fazer carinho nos cabelos, ouvir.... Foram dias que me reencontrei e encontrei uma pessoa que era muito reservado em sua vida sentimental, por motivos óbvios de desencontros amorosos. Passados os dias eu tinha que voltar pra casa... mas estava com uma vontade de ficar mais naquele cantinho de Minas com meu amigo que secava todas as lágrimas que corriam de meus olhos. Olhos.... nunca conversei tanto com uma pessoa sem pronunciar uma palavra se quer. Naquele bendito instante em que tinha que embarcar no meu ônibus para voltar a minha vida quotidiana, uma vontade e uma cumplicidade imensa me fez beija-lo nos lábios. Foi a certeza de que nada havia sido por acaso. Não temos data, apenas temos sentimentos. Não me perguntem o dia do mês de abril que eu disse que amava aquela pessoa de uma forma nova, que nenhuma distancia me separava dele. Voltei dois dias depois. Não agüentei a saudade. Não agüentamos. Muitas pessoas acham que o mundo virtual atrapalha nos relacionamentos. MENTIRA. Para todos que acompanham nosso trajeto sentimental fica claro que os meios de comunicação só ajudam a nos comunicar. E os amigos estão aumentando sempre e sempre. E, inclusive com um amigo dele eu descobri mais um irmão de alma. Né RO?? Essa é historia pra outro dia também... 7月31日 Historia de mim mesma parte 1Era uma grande quantidade de gente, pouco se andava sem esbarrar m alguém, ou sem estar presente em alguma foto que as pessoas batiam. É engraçado pensar nisso agora que se passaram 8 anos. Bem, mas lá estava mais uma doida no meio de muitos outros que tinham as mesmas coisas em comum: escrever cartas e assistir desenho animado “made in Japan”. Depois de algumas horas no local, alguns endereços em mãos e muitos rostos e figuras em mente. Uma agenda com letras de varias pessoas que “de cara” pareciam conhecidas de lugares que não sabemos explicar. Dentre essas pessoas, um rapaz de cabelos lisos, olhos escuros, magro, alto e um tanto comedido em suas palavras chamou-lhe a atenção. Nele resumiu-se a palavra: amizade. Ele era uma pessoa de olhar meio, que dava vontade de abraçar; e foi o que ela fez após se apresentar e trocar endereços (como havia feito com muitas pessoas). Vale fazer uma contagem de tempo irreal: após 8 cartas mais ou menos, ou o equivalente a um ano depois.... Uma prova na faculdade,em pleno sábado de manhã. Fez a prova pensando na festa que tinha para ir assim que saísse da faculdade. Por sorte uma amiga da mesma sala da facul trabalhava em São Paulo aquele dia, e foi companhia no trem até lá. Nada em mente até comprar a entrada e dar umas voltas no meio daquela galera alto astral, de roupas estranhas pata muitos que os viam de fora. Mais algumas voltas pelos arredores do acontecimento anual e o mesmo que um ano atrás ocorreu: bateu os olhos nele, encostado em uma parede, muito concentrado em seus pensamentos. Um “oi” alegre recebido meio sem jeito, uma conversa até que longa do quotidiano, recheadas de confusões até que um erro horrendo de nomes ocorre. Risos e vergonha também! Como esquecer o nome e o rosto de uma pessoa que a fazia dar pulos de alegria assim que recebia uma carta? Bem...relatei isso para todos saberem que nada foi premeditado, e que inclusive ela era passível de confundir o nome dele. Era tudo um encontro de almas amigas no qual nomes era o que menos importava perante o sentimento de se encontrar uma pessoa assim. Um carinho sem tamanho aumentou e amarrou laços de amizades muito fortes em ambos. Mesmo após anos de silencio de cartas. O que foi retomado em março de 2006. Mas isso é história para outra historia!! |
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